segunda-feira, 16 de julho de 2018
Alma Humana - Jung
domingo, 15 de julho de 2018
Contigo - SamBennett (Vídeo)
Mas, se Tu me vires cansada, desanimada e triste, conduza meus olhos para o Seu caminho; faz-me ver as pegadas que lá ficaram marcadas, um passo após o outro, de onde vieste. Traze contigo, na madrugada, aquela voz insistente para um novo amanhecer, me dizendo que tudo vai passar, tudo vai melhorar. E, sim, eu acreditarei que posso sempre. Sim! Contigo eu posso. Sim! Em Ti eu confio!"
~Samantha Bennett~
Musica/Letra/Tradução: Have You Ever Seen The Rain? - Rod Stewart
sábado, 14 de julho de 2018
Semente Fértil - SamBennett
Adubada com carinho e amor.
Hoje até podem me podar,
Arrancar minhas folhas, flores.
Mas não conseguirão
arrancar minhas raízes
Pois sou como uma fênix
Renasço... Floresço.
~Samantha Bennett~
sexta-feira, 13 de julho de 2018
O amor exige Responsabilidade!
Parem de banalizar o “eu te amo”
Quanto mais valorizarmos o amor, mais forte ele se tornará e mais capaz de resistir e de sobreviver a essa futilidade que permeia a sociedade atual, que torna tudo obsoleto em pouco tempo.
A banalização de qualquer coisa, infelizmente, acaba por tornar aquilo invisível, descaracterizando-lhe a força, a importância, tornando lugar comum o que deveria ser especial. É assim com fatos, com objetos, é assim com sentimentos. E é o que vem ocorrendo em relação ao amor, que parece estar perdendo a grandiosidade de seus domínios, de sua dimensão mágica e especial, uma vez que, hoje, diz-se “eu te amo” para qualquer um, em contextos banais e cotidianos.
Tempos atrás, a gente guardava a explicitação do amor para o momento em que ele não cabia mais aqui dentro do peito, quando já tínhamos tateado os terrenos incertos que adentrávamos ao nos relacionarmos com alguém. Dávamos tempo ao tempo, conhecendo o outro e nos reconhecendo junto dele, sentindo e refletindo cada momento, cada dia, sentindo o gradativo intensificar-se das batidas de nosso coração ao lado de nosso parceiro.
O amor era tão especial, que não ousávamos expressá-lo para qualquer um, em qualquer situação, muito menos para alguém que conhecíamos há pouco tempo. Entendíamos que o amor vai sendo construído ao longo da jornada, aos poucos, enquanto o que a gente doava se ia retornando, enquanto sentíamos que ali havia reciprocidade e verdade. Escrevíamos “eu te amo” às escondidas, nos cadernos e diários, como um tesouro afetivo que só seria dividido com a pessoa certa, aquela que ficou e se demorou perto da gente.
Hoje, por outro lado, vemos jovens escrevendo e dizendo “eu te amo” para amigos que acabaram de conhecer, para os recentes paqueras, muitas vezes para gente com quem não possuem nem um mínimo de intimidade. Parece que o amor vem se tornando um sentimento qualquer, que surge assim do nada, sem necessidade de que seja trabalhado, suado, vivido e revivido continuamente, sedimentado com o passar do tempo. Banaliza-se o amor, diminuindo-lhe toda a carga afetiva, toda a magnitude de que se reveste.
É preciso atribuir ao amor sua verdadeira intensidade, sua devida importância, entendendo que ele é um sentimento único, especial, que se alimenta de transparência e de retorno sincero, de permanência e de cumplicidade íntegra, de luta, de maturidade, de mãos dadas e firmes, que não se soltam por qualquer coisa. Parem de banalizar o “eu te amo”, parem de esvaziar o preenchimento emocional de que o amor se vale, ele não pode cair no marasmo da nulidade, ele não merece ser relegado ao lugar comum do que passa sem ser visto, sorvido, regado.
Quanto mais valorizarmos o amor, mais forte ele se tornará e mais capaz de resistir e de sobreviver a essa futilidade que permeia a sociedade atual, que torna tudo obsoleto em pouco tempo. Amor não envelhece. Amor não cai em desuso. Amor é vida.
Por Marcel Camargo
quinta-feira, 12 de julho de 2018
Energia Sexual - Cuidado!
De Michelle Rios Rice Hennelly e R. Keven Hennelly
terça-feira, 10 de julho de 2018
Detalhes - SamBennett
domingo, 8 de julho de 2018
Humanidade
A HUMANIDADE é sempre maior do que qualquer status.
🌹🌹🌹
Pode parecer estranho quando afirmamos que humildade é sinal de grandeza, pois a humildade é um conceito muito mal compreendido. Ela não nega o valor de si próprio – não é baixa estima.
Também não é modéstia. E não tem nada a ver com a falsa modéstia.
A humildade é verdadeiramente um sinal de grandeza, é dar valor a outras pessoas, se colocando em posição de total igualdade. É reconhecer o valor que cada um tem, desvestindo a vestimenta do status e da posição econômica. É ceder o lugar a outro deixando de lado a sua posição social.
Por Rubens Sakay (Beco)






